
Nesta sexta-feira, às 11h, a presidente Dilma Rousseff se senta à mesa com representantes de 12 clubes brasileiros. A principal pauta da reunião é o refinanciamento das dívidas das agremiações.
Grêmio e Inter devem ser representados por Fábio Koff e Giovanni Luigi.
Também estarão no encontro representantes de outros sete clubes da Série A (Corinthians, Palmeiras, São Paulo, Botafogo, Flamengo, Atlético-MG e Bahia) e dois da Série B (Santa Cruz e Paysandu). Eles se reúnem na noite desta quinta para definir os termos que serão apresentados a Dilma.
Segundo o presidente do Coritiba, Vilson Ribeiro, que coordena o grupo de agremiações nesta questão, a ideia é pedir ao governo o alocamento das dívidas a longo prazo e, em contrapartida, sugerir que os clubes cumpram as leis de responsabilidade fiscal sob pena de punições severas.
— Os clubes terão, por exemplo, de mostrar certidões negativas. Caso não apresentem, não poderão participar dos campeonatos — afirma. — Os clubes, hoje, trabalham com orçamentos deficitários.
A lei de responsabilidade fiscal atinge isso — completa.
Ribeiro acredita que é preciso estabelecer um período de adaptação (de três anos, em sua opinião) para que as agremiações passem a trabalhar com sanidade financeira. No universo do futebol brasileiro, no qual os clubes destinam quase toda a receita para o pagamento de despesas com pessoal, o ideal seria limitar em até 70% da arrecadação para este fim.
— Estamos discutindo isso tudo com os clubes. Depende mais deles do que do governo. Mas é uma forma de mostrar boa vontade e moralizar o futebol brasileiro — diz.
Denominado Proforte, o projeto de lei que trata a questão do refinanciamento das dívidas do futebol brasileiro parou no Congresso. O projeto indica que a dívida total dos clubes brasileiros gira em torno de R$ 4 bilhões. Conforme Ribeiro, o encontro não tratará do assunto e reúne apenas ideias de vários dirigentes para tentar melhorar a condição financeira e administrativa do futebol brasileiro. Neste sentido, o presidente do Coritiba não poupou elogios aos cartolas gaúchos:
— O Giovanni é uma pessoa atuante e o doutor Fábio Koff nos ajuda e orienta também.
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