Renato Portaluppi, ídolo do Grêmio como jogador e treinador, está vivendo um momento de incerteza no clube. Sua permanência é cada vez mais questionada pelos torcedores devido ao desempenho recente, incluindo eliminações na Copa do Brasil e Libertadores, além da campanha irregular no Brasileirão, onde o time ocupa a 15ª posição.
Históricamente, a saída de Renato nunca trouxe bons frutos ao Tricolor na sequência do trabalho. Nas três vezes em que deixou o clube, seus substitutos não conseguiram manter o nível e tiveram passagens curtas e pouco expressivas.
Em 2011, após a primeira saída de Renato, o escolhido foi Julinho Camargo, vindo do rival Internacional. A experiência, no entanto, foi desastrosa: em apenas 33 dias no cargo, Julinho comandou o time em seis partidas, conquistando apenas uma vitória e deixando o clube com um aproveitamento de 33%.
Em 2014, foi a vez de Enderson Moreira assumir o posto deixado por Renato. Ex-treinador do Goiás, Enderson chegou com expectativas, mas decepcionou. Sob seu comando, o Grêmio perdeu o Gauchão e foi eliminado nas oitavas de final da Libertadores, resultando em sua demissão em julho daquele ano.
A saída mais contestada, no entanto, foi em 2021, quando o Imortal trocou Renato por Tiago Nunes no ano que culminaria com o rebaixamento para a Série B. Tiago até conquistou o Campeonato Gaúcho, mas durou apenas três meses no cargo, sendo mais um nome a não vingar.
Com contrato até dezembro da atual temporada, o futuro de Renato Portaluppi ainda é incerto. Até dezembro, o foco do comandante gremista será no Brasileirão.
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