Foto: Tadeu Vilani / Agencia RBS
Contra o Figueirense, nesta quinta, em Florianópolis, Bressan fará sua reestreia no Grêmio, ocupando a vaga de Erazo, que está na seleção equatoriana. O zagueiro, emprestado ao Flamengo de janeiro a agosto, se diz mais experiente após a passagem pelo Rio e a disputa do Pan-Americano de Toronto com a seleção sub-22.
Sua chegada à Gávea em janeiro ocorreu por indicação do então técnico Vanderlei Luxemburgo, o mesmo responsável por sua primeira chance no Grêmio, no início de 2013. Com a confiança de Luxa, Bressan estreou contra o Madureira, pelo Carioca, marcando gol.
E ganhou sequência como titular, com boas atuações pela Copa do Brasil. No entanto, não conquistou a confiança da torcida. Talvez pela fraca largada da equipe no Brasileirão, que culminou na demissão de Luxemburgo.
— Pela má fase do time e as críticas ao Vanderlei, o fato de o Bressan ter sido indicado por ele fez com que a torcida pegasse um pouco no pé. Na média, ele foi bem. Se ainda estivesse no clube, teria condições de ser titular — avalia Diogo Dantas, setorista de Flamengo do jornal Extra, do Rio.
Mas após a chegada do técnico Cristóvão Borges, Bressan acabou perdendo espaço pelo crescimento de Samir e Walace. Em seguida, se apresentou ao técnico Rogério Micale, para a seleção sub-22 que disputou o Pan de Toronto. E foi titular em quatro dos oito jogos na campanha que resultou na medalha de bronze.
Em sua volta ao Flamengo, Bressan ficou sabendo por intermédio de seu empresário, Marcelo Lipatin, do interesse do Grêmio. Uma semana depois, voltou a Porto Alegre para se apresentar no CT Luiz Carvalho.
— Pedi ao Rodrigo Caetano (executivo do Flamengo) para me liberar. Aprendi muito lá pelo estilo de jogo diferente, mas sou o mesmo Bressan que chegou ao Grêmio com 19 anos. Me sinto em casa aqui — afirmou.
Um dos principais motivos para seu retorno foi, justamente, a chance de trabalhar com o técnico Roger Machado, que era auxiliar de Luxemburgo quando Bressan chegou ao Grêmio. Reposição para a saída de Rhodolfo, vendido ao futebol turco, o zagueiro virou opção imediata na ausência de Erazo ou Geromel.
— Foi até uma das coisas que me trouxeram para cá. Eu via o trabalho que o Roger estava fazendo. Isso acrescenta muito para a carreira do jogador — concluiu.
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Sua chegada à Gávea em janeiro ocorreu por indicação do então técnico Vanderlei Luxemburgo, o mesmo responsável por sua primeira chance no Grêmio, no início de 2013. Com a confiança de Luxa, Bressan estreou contra o Madureira, pelo Carioca, marcando gol.
E ganhou sequência como titular, com boas atuações pela Copa do Brasil. No entanto, não conquistou a confiança da torcida. Talvez pela fraca largada da equipe no Brasileirão, que culminou na demissão de Luxemburgo.
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Mas após a chegada do técnico Cristóvão Borges, Bressan acabou perdendo espaço pelo crescimento de Samir e Walace. Em seguida, se apresentou ao técnico Rogério Micale, para a seleção sub-22 que disputou o Pan de Toronto. E foi titular em quatro dos oito jogos na campanha que resultou na medalha de bronze.
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— Pedi ao Rodrigo Caetano (executivo do Flamengo) para me liberar. Aprendi muito lá pelo estilo de jogo diferente, mas sou o mesmo Bressan que chegou ao Grêmio com 19 anos. Me sinto em casa aqui — afirmou.
Um dos principais motivos para seu retorno foi, justamente, a chance de trabalhar com o técnico Roger Machado, que era auxiliar de Luxemburgo quando Bressan chegou ao Grêmio. Reposição para a saída de Rhodolfo, vendido ao futebol turco, o zagueiro virou opção imediata na ausência de Erazo ou Geromel.
— Foi até uma das coisas que me trouxeram para cá. Eu via o trabalho que o Roger estava fazendo. Isso acrescenta muito para a carreira do jogador — concluiu.
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