Foto: Fernando Gomes / Agencia RBS
Há um jargão jornalístico que define o texto da véspera de um jogo é a “apresentação”. Pois vou, aqui, subverter essa lógica. O que escrevo, neste momento, é um APELO.
Apelo ao Roger Machado e aos nossos 11 gloriosos defensores. Não vão atrás da onda que tenta se formar, dizendo que a classificação está assegurada.
O Coritiba venceu as últimas três partidas e terá jogadores pedindo passagem. Em Curitiba, vencemos. Mas eles vieram pra cima no início, não foi um mar de rosas. Mais: o Coritiba é bem mais time que o Criciúma.
E o Criciúma, da Série B, ganhou da gente aqui na Arena. Quase nos tirou do torneio! Por que isso ocorreu, apesar da nossa superioridade? Por dois motivos:
1) O juiz anulou de forma indevida um lindo gol do Pedro Rocha, que fez uma cavadinha, correu pro abraço certo e… o auxiliar tinha sérios problemas de visão, na melhor das hipóteses. Se tivessem validado aquele gol legítimo, teríamos até goleado.
Mas o Criciúma, incrivelmente, nos derrotou, e tivemos de buscar a classificação nos pênaltis em Santa Catarina.
2) Este é o motivo principal: houve uma natural afrouxada contra o Criciúma. Por quê? Porque o discurso da véspera era o de que se tratava de um time fraco, que não teria qualquer pretensão maior.
Vai o clichê: não existe jogo jogado! Precisamos ter muito foco. Tenho batido nessa tecla: o jogo desta quinta não é de Copa do Brasil. Pra nós, é Copa do Mundo. É essencial.
Pena não termos o Maicon e o Giuliano. No caso do Giuliano, quero crer que ele não está sendo poupado. Este é o jogo para NÃO se poupar!
Simplificando, uso a matemática: Na Copa do Brasil, temos algo como 20% (talvez mais…) de chances para conquistar o título e dar o grito preso há 14 anos. No Brasileirão, temos algo como 10% de chance.
Defendo que busquemos os dois. Seria a maior glória pôr as duas taças no armário. Bah, imaginem. É quase impossível. Mas acho que essa deve ser nossa meta.
Só que a Copa do Brasil está mais à feição. Tudo o que não podemos é relaxar. Ah, e vai aqui o recado: lugar de gremista, hoje, é na nossa espetacular Arena!
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Mas o Criciúma, incrivelmente, nos derrotou, e tivemos de buscar a classificação nos pênaltis em Santa Catarina.
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Pena não termos o Maicon e o Giuliano. No caso do Giuliano, quero crer que ele não está sendo poupado. Este é o jogo para NÃO se poupar!
Simplificando, uso a matemática: Na Copa do Brasil, temos algo como 20% (talvez mais…) de chances para conquistar o título e dar o grito preso há 14 anos. No Brasileirão, temos algo como 10% de chance.
Defendo que busquemos os dois. Seria a maior glória pôr as duas taças no armário. Bah, imaginem. É quase impossível. Mas acho que essa deve ser nossa meta.
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