O Grêmio tem o CT Hélio Dourado, destinado para as categorias de base, abaixo d'água em Eldorado do Sul. A retomada dos treinos está prevista para dia 27, mas a diretoria gremista irá reavaliar a situação no próximo dia 20, com pedido especial para CBF e possibilidade de treinar fora do Rio Grande do Sul. Além disso, o departamento feminino trabalha para o retorno gradual às atividades, já que o calendário está mantido após a suspensão. Depois do resgate do grupo que estava no CT Hélio Dourado, os jogadores foram liberados para os respectivos estados. No próximo dia 20, a direção da base pode adiar o retorno por mais tempo. Duas medidas já estão pensadas. A primeira é solicitar para a CBF um ajuste na tabela de jogos do Brasileiro sub-20 para que o Tricolor jogue apenas partidas como visitante durante o mês de junho, para ganhar tempo de avaliar e reparar os danos pelas enchentes. O estádio do CT Hélio Dourado é utilizado como local de jogos. Além disso, o clube avalia que a categoria sub-20 treine fora do estado, como o grupo profissional definiu. Os campos 2 e 3 do CT não foram atingidos, o que absorviria a demanda de trabalho para categorias inferiores. Ainda de acordo com o Grêmio, o clube desistirá da disputa de algumas competições que teriam início nos próximos dias, por questões "de logística, técnica e mental do pessoal de trabalho". As competições que o clube desistiu são três: a Canteras da América Sub-17, a Copa Nike Sub-15, a Copa Voltaço Sub-14 e a Mitad do Mundo.
Futebol feminino também planeja volta As Gurias Gremistas também estão com os compromissos suspensos até o dia 27. A diretoria iniciou os movimentos para montar a estratégia do retorno às atividades. Há, no entanto, um complicador. Os trabalhos diários do time feminino ocorrem no Complexo Esportivo da Ulbra, que serve como alojamento para mais de 6 mil pessoas em Canoas. Muitas jogadoras gremistas também moram no local. A retomada dos treinamentos ocorre gradualmente e sem uso da academia, por exemplo, usada para receber os atingidos pelas enchentes. A diretoria também destacou que tenta ajustar um local seguro para receber os jogos do Brasileiro Feminino. — Queremos garantir condições justas para voltar a competir no mesmo ritmo de quando tivemos que suspender nossas atividades. Não há como o grupo ficar alheio a tudo que está acontecendo em nosso Estado. Muitas atletas foram diretamente afetadas, inclusive. Ainda assim, estamos nos esforçando para orientá-las e dar o suporte dentro do que é possível para que mantenham certo ritmo e estejam preparadas para eventual retorno — comentou a diretorora Marianita Nascimento. As enchentes que atingem o Rio Grande do Sul já deixaram 151 mortes. De acordo com última atualização da Defesa Civil, o número de pessoas fora de casa é de 615 mil, além de 104 desaparecidos e 806 feridos.
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