Atlético-MG e Grêmio saíram na frente em 13 jogos, assim como o Sport (Foto: Bruno Cantini/CAM)
A última rodada do primeiro turno foi rica em viradas, com Corinthians, Fluminense, Grêmio e Palmeiras tendo vencido seus jogos após estarem perdendo. Foi exceção. Mudanças no comando do placar estão longe de ser uma tendência no Brasileirão 2015. Pelo contrário, os números levantados pelo Espião Estatístico* na primeira metade da competição não deixam dúvidas: quem faz o primeiro gol termina vencedor em 77,5% das partidas.
Dos 190 jogos já disputados até o momento, 21 terminaram em 0 a 0. Nos outros 169 em que houve gols, o time que marcou primeiro conseguiu sair de campo vencedor 131 vezes (77,5% dos 169 jogos com gols). Em outras 27 partidas (16%) quem abriu o placar sustentou pelo menos um empate. E em apenas 11 oportunidades (6,5%) quem saiu na frente no marcador acabou derrotado.
Atlético-MG, Grêmio e Sport são os times que mais vezes abriram o placar. Cada um o fez 13 vezes. Mas o time pernambucano, embora não tenha perdido nenhuma nessas ocasiões, mostra-se mais frágil, já que sustentou sete vitórias e cedeu seis empates. O Galo chegou a tomar uma virada, no clássico contra o Cruzeiro, mas venceu 11 dessas 13. O Grêmio venceu em 10 delas e permitiu três empates. Números parecidos com os do Corinthians, o quarto que mais abriu o placar, 12 vezes, segurou a vitória em 10 delas e empatou em duas.
Curiosamente, Ponte Preta e Vasco foram os únicos times que venceram todas as partidas em que saíram na frente no marcador. O problema é que os 100% da dupla nesse quesito acabam tendo pouco peso, já que ambos estão no pé da lista dos times que largaram em vantagem. O Vasco, por exemplo, só abriu o placar em três jogos (contra Flamengo, Avaí e Fluminense), justamente as únicas três vitórias que acumulou no turno. Ou seja, só venceu quando saiu na frente e só saiu na frente em três das 19 rodadas.

Do ponto de vista de quem sai atrás, o Corinthians é um dos que escapa um pouco da dificuldade de virar jogos. O Timão virou dois dos cinco em que viu o adversário abrir vantagem. O Flu também virou dois, mas saiu atrás em sete. O Palmeiras é outro que conseguiu vencer dois jogos com viradas, mas num deles, contra o Flamengo, ele próprio havia aberto o placar e permitido ao rubro-negro tomar a dianteira no marcador. Aliás, além desse, só houve mais um jogo com duas viradas na mesma partida: São Paulo 3 x 2 Santos.
Ao todo, foram apenas 13 dos 190 jogos com viradas, sendo 11 "comuns" (time começou perdendo e virou) e dois chamadas "reviradas" (time abriu o placar, permitiu a virada parcial e ainda assim saiu vencedor).
Um dado que chama bastante atenção é o relativo ao momento em que a reação de quem vira o jogo começa: nenhum time que chegou ao 17º minuto do segundo tempo perdendo conseguiu virar, no máximo empatar. A virada que começou mais tardiamente foi a do Figueirense, que empatou a partida contra o Flamengo aos 16 minutos do segundo tempo, consolidando a virada já nos acréscimos.

*A equipe do Espião Estatístico é composta por Bruno Marques, Gabriela Pantaleão, Guilherme Marçal, Igor Gonçalves, Leandro Silva, Pedro Lopes, Roberto Teixeira e Valmir Storti.
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Atlético-MG, Grêmio e Sport são os times que mais vezes abriram o placar. Cada um o fez 13 vezes. Mas o time pernambucano, embora não tenha perdido nenhuma nessas ocasiões, mostra-se mais frágil, já que sustentou sete vitórias e cedeu seis empates. O Galo chegou a tomar uma virada, no clássico contra o Cruzeiro, mas venceu 11 dessas 13. O Grêmio venceu em 10 delas e permitiu três empates. Números parecidos com os do Corinthians, o quarto que mais abriu o placar, 12 vezes, segurou a vitória em 10 delas e empatou em duas.
Curiosamente, Ponte Preta e Vasco foram os únicos times que venceram todas as partidas em que saíram na frente no marcador. O problema é que os 100% da dupla nesse quesito acabam tendo pouco peso, já que ambos estão no pé da lista dos times que largaram em vantagem. O Vasco, por exemplo, só abriu o placar em três jogos (contra Flamengo, Avaí e Fluminense), justamente as únicas três vitórias que acumulou no turno. Ou seja, só venceu quando saiu na frente e só saiu na frente em três das 19 rodadas.

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Ao todo, foram apenas 13 dos 190 jogos com viradas, sendo 11 "comuns" (time começou perdendo e virou) e dois chamadas "reviradas" (time abriu o placar, permitiu a virada parcial e ainda assim saiu vencedor).
Um dado que chama bastante atenção é o relativo ao momento em que a reação de quem vira o jogo começa: nenhum time que chegou ao 17º minuto do segundo tempo perdendo conseguiu virar, no máximo empatar. A virada que começou mais tardiamente foi a do Figueirense, que empatou a partida contra o Flamengo aos 16 minutos do segundo tempo, consolidando a virada já nos acréscimos.

*A equipe do Espião Estatístico é composta por Bruno Marques, Gabriela Pantaleão, Guilherme Marçal, Igor Gonçalves, Leandro Silva, Pedro Lopes, Roberto Teixeira e Valmir Storti.
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