A questão não é o estranhamento por priorizar o Gauchão em relação à Libertadores. O Grêmio acerta porque prefere ser campeão ao nível do mar mesmo que rife o jogo a quase 4 mil metros de altitude. Os pontos que perca em La Paz quando disputará algo que lembra futebol são recuperáveis no jogo da volta praticando o esporte em sua plenitude. Tivesse vencido com sobras em Caxias, Renato poderia escalar titulares lá no alto. Do jeito que tudo ficou em aberto, não dá para arriscar. A decisão certamente conjunta de Renato, fisiologista, preparador físico e dirigentes é a mais correta para este contexto.
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