Foto: Mauro Vieira / Agencia RBS
Com uma Copa do Mundo no currículo, Sandro Meira Ricci, 40 anos, apita hoje, às 19h30min, Coritiba e Grêmio, no Paraná. Ricci receberá R$ 3.650 pelo jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil.
Representante brasileiro na Copa América do Chile, disputada entre junho e julho, o mineiro Ricci, que representa a Federação Catarinense de Futebol, não aparece na lista dos destaques do primeiro turno do Brasileirão. Parece distante do bom árbitro das temporadas de 2013 e 2014.
Se no campo de jogo Ricci não consegue repetir a boa média de atuações de um passado recente, fora dele não deixa de colaborar com os colegas menos famosos. Mostra a cara.
O árbitro da Fifa esteve em Brasília, abraçou políticos ligados à Associação Nacional dos Árbitros de Futebol (Anaf) e apoiou as reivindicações da classe. Lembrou que os árbitros trabalham sem registro em carteira, recebem por jogo e o valor é sempre baixo, se comparado aos rendimentos dos jogadores.
Aliás, quem critica duramente Ricci são os atletas, que o qualificam como um árbitro prepotente, avesso ao diálogo e sempre disposto a usar o cartão amarelo para compensar falhas técnicas.
O Grêmio não gosta de Ricci, assim como os grandes clubes brasileiros.
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