Igor Junio Benevenuto, árbitro de Palmeiras x Flamengo, foi muito criticado (Foto: Mauro Horita/LANCE!Press)
Sobram críticas de diversos clubes sobre erros cometidos pela arbitragem nas últimas rodadas do Campeonato Brasileiro. Erros que ganham ainda mais dimensão, segundo a Associação Nacional dos Árbitros de Futebol (Anaf), graças a tecnologia utilizada nas transmissões da TV. Marco Antônio Martins, presidente da Anaf, cobra que árbitros e auxiliares tenham essa tecnologia como trunfo ao invés de a mesma ser apenas algo que potencializa erros inerentes ao ser humano.
– Se a tecnologia faz questão de mostrar os nossos erros, o contrário também poderia acontecer, a tecnologia poderia nos ajudar. Hoje, do jeito que está, é fácil mostrar os erros. É só ver quando usam a tecnologia para analisar um lance Erros que vão continuar acontecendo. Os árbitros são humanos, não conseguem acompanhar tudo – disse Marco Antônio, ao LANCE!, antes de completar:
– Nós temos tecnologias que ficaram no Brasil após a Copa do Mundo, como a Goal Line (tecnologia da linha do gol), mas que não são utilizadas. Não querem pagar o preço, sempre dizem que o custo é muito alto. Tudo é justificado quando um investimento precisa ser feito. O fato é que se investe muito pouco em arbitragem. Os próprios clubes não gostam de pagar a conta (das taxas de arbitragem).
O presidente da Anaf, que vê como positiva a ideia de o árbitro receber informação externa em lances de dúvida, revelou que a primeira ideia é trabalhar pelo retorno dos árbitros adicionais, que ficavam localizadas atrás dos gols. Ainda em outubro do ano passado, a CBF anunciou que esses assistentes deixariam de ser utilizados neste ano. O fato de o custo-benefício não ter sido considerado interessante foi a explicação.
– Uma das coisas interessantes, por exemplo, seria a volta do árbitro adicional. Muitos, inclusive profissionais da imprensa, diziam que eles nada faziam, ficavam parados atrás dos gols e quase não participavam. Eles poderiam ajudar nesses jogos que tivemos polêmicas, como os de Atlético-MG e Palmeiras, por exemplo. Estamos analisando tudo e vamos conversar com a Comissão de Arbitragem da CBF para solicitar o retorno dos árbitros adicionais – destacou.
Marco Antônio Martins garantiu que não falta qualidade aos árbitros antes de, mais uma vez, como a tecnologia tem jogado contra os responsáveis pelas arbitragens no Campeonato Brasileiro.
– A certeza é que o treinamento é passado ao árbitro. Eles estão preparados. Estamos falando de um universo de 190 partidas (número alcançando ao término da 19ª rodada do Brasileirão), mas apenas em cinco ou seis jogos tivemos polêmicas. Volto a dizer: com uso de tecnologia, com tantas câmeras é fácil.
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Sobram críticas de diversos clubes sobre erros cometidos pela arbitragem nas últimas rodadas do Campeonato Brasileiro. Erros que ganham ainda mais dimensão, segundo a Associação Nacional dos Árbitros de Futebol (Anaf), graças a tecnologia utilizada nas transmissões da TV. Marco Antônio Martins, presidente da Anaf, cobra que árbitros e auxiliares tenham essa tecnologia como trunfo ao invés de a mesma ser apenas algo que potencializa erros inerentes ao ser humano.
– Se a tecnologia faz questão de mostrar os nossos erros, o contrário também poderia acontecer, a tecnologia poderia nos ajudar. Hoje, do jeito que está, é fácil mostrar os erros. É só ver quando usam a tecnologia para analisar um lance Erros que vão continuar acontecendo. Os árbitros são humanos, não conseguem acompanhar tudo – disse Marco Antônio, ao LANCE!, antes de completar:
– Nós temos tecnologias que ficaram no Brasil após a Copa do Mundo, como a Goal Line (tecnologia da linha do gol), mas que não são utilizadas. Não querem pagar o preço, sempre dizem que o custo é muito alto. Tudo é justificado quando um investimento precisa ser feito. O fato é que se investe muito pouco em arbitragem. Os próprios clubes não gostam de pagar a conta (das taxas de arbitragem).
O presidente da Anaf, que vê como positiva a ideia de o árbitro receber informação externa em lances de dúvida, revelou que a primeira ideia é trabalhar pelo retorno dos árbitros adicionais, que ficavam localizadas atrás dos gols. Ainda em outubro do ano passado, a CBF anunciou que esses assistentes deixariam de ser utilizados neste ano. O fato de o custo-benefício não ter sido considerado interessante foi a explicação.
– Uma das coisas interessantes, por exemplo, seria a volta do árbitro adicional. Muitos, inclusive profissionais da imprensa, diziam que eles nada faziam, ficavam parados atrás dos gols e quase não participavam. Eles poderiam ajudar nesses jogos que tivemos polêmicas, como os de Atlético-MG e Palmeiras, por exemplo. Estamos analisando tudo e vamos conversar com a Comissão de Arbitragem da CBF para solicitar o retorno dos árbitros adicionais – destacou.
Marco Antônio Martins garantiu que não falta qualidade aos árbitros antes de, mais uma vez, como a tecnologia tem jogado contra os responsáveis pelas arbitragens no Campeonato Brasileiro.
– A certeza é que o treinamento é passado ao árbitro. Eles estão preparados. Estamos falando de um universo de 190 partidas (número alcançando ao término da 19ª rodada do Brasileirão), mas apenas em cinco ou seis jogos tivemos polêmicas. Volto a dizer: com uso de tecnologia, com tantas câmeras é fácil.
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