Imagem em destaque: Divulgação Santos Algoz do Grêmio, Robinho abre o jogo sobre condenação Destaque do Santos no Brasileirão 2002 e algoz do Grêmio, o atacante Robinho abre o jogo sobre condenação na Itália. O atleta recebeu uma pena de 9 anos por violência sexual de grupo no país.
Na próxima quarta-feira (20), o Superior Tribunal de Justiça (STJ) julgará um pedido do governo italiano. No Brasil, o ex-jogador do Santos, que fez parte do time que eliminou o Tricolor no Brasileirão 2002, aguarda o julgamento do STJD. De acordo com informações do Globo Esporte, o Superior tem um pedido do governo da Itália para que Robinho cumpra a pena aqui.
Assim, em entrevista exclusiva à Record, Robinho citou um possível racismo durante o seu julgamento na Itália. De acordo com o atleta, ele é inocente e com todas as provas que juntou, se fosse um branco, eles não o condenariam. “Só joguei quatro anos na Itália e já cansei de ver histórias de racismo. Infelizmente, isso tem até hoje. Foi em 2013, estamos em 2024. Os mesmos que não fazem nada com esse tipo de ato (racismo) são os mesmos que me condenaram”, disse Robinho à Record.
“Só joguei quatro anos na Itália e já cansei de ver histórias de racismo. Infelizmente, isso tem até hoje. Foi em 2013, estamos em 2024. Os mesmos que não fazem nada com esse tipo de ato (racismo) são os mesmos que me condenaram”, disse Robinho à Record.
Robinho espera reverter condenação no Brasil. Ainda na entrevista, o algoz do Grêmio demonstrou esperança de reverter sua pena aqui no Brasil. De acordo com o atleta, lá na Itália não deram voz para ele mostrar todas as provas em sua defesa. Além disso, revelou que não é esse monstro que falam. “Espero que aqui no Brasil, eu possa ter voz que não tive lá fora. Você quer mostrar suas provas, e não entendi o porquê, provas tão relevantes para qualquer pessoa, para eles (Justiça da Itália) não foram. Todos aqueles que julgam, possam ver minhas provas. Eu não sou esse monstro. Não fui uma pessoa durante 10 anos e me tornei outro”, pontou o ex-jogador do Santos.
“Espero que aqui no Brasil, eu possa ter voz que não tive lá fora. Você quer mostrar suas provas, e não entendi o porquê, provas tão relevantes para qualquer pessoa, para eles (Justiça da Itália) não foram. Todos aqueles que julgam, possam ver minhas provas. Eu não sou esse monstro. Não fui uma pessoa durante 10 anos e me tornei outro”, pontou o ex-jogador do Santos.
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