Marcelinho conquistou a Copa do Brasil de 2001 com o Tricolor
Foto: José Doval / Agencia RBS
Já houve época em que eu saía do estádio contrariado com alguns torcedores, que prejudicavam o clube e, como consequência, os outros mais de 90% dos torcedores, que não compactuavam com algumas atitudes vis.
Pois aqui vai uma primeira constatação: toda a torcida gremista tem sido exemplar. Toda! Temos apoiado o tempo inteiro, colaborado com o time incentivado até nos momentos mais encardidos do jogo. Temos sido ótimos gremistas!
No domingo, porém, demos uma lição de civilidade e de compreensão do nosso papel.
Eram sete minutos da etapa final, ainda oito minutos antes de Erazo fazer de cabeça nosso primeiro gol, quando Marcelinho Paraíba, ídolo que nos reporta ao título da Copa do Brasil em 2001, deixou o campo extenuado.
A reação da torcida foi a que dela se espera: aplausos para o ídolo.
Marcelinho é um sujeito que chegou a cortar o cabelo fazendo o símbolo do clube.
É uma das nossas referência, e é das referências que vivemos.
Percebam o detalhe: Marcelinho saiu de campo quando seu time, nosso adversário, nos vencia. E ele estava jogando bem – aliás, Marcelinho em campo é quase que uma garantia de bom futebol.
E foi aplaudido. Muito aplaudido.
Retribuiu também nos aplaudindo.
Marcelinho não é bobo: sempre soube preservar a idolatria.
Essa é uma riqueza que ninguém tira dele e que…
não se mede em cifrões.
Eu o aplaudi, lá na minha cadeira no setor leste.
Meu filho, nascido em 2002, também o aplaudiu com força.
É disso que se faz um grande clube!
O exemplo está dado e precisa continuar a ser seguido.
…
Uma nota importante que precisa ser feita e que deve ser ampliada nas próximas horas: o Joinville foi um dos melhores times que o Grêmio enfrentou neste Brasileirão na Arena. E está na rabeira do campeonato. Pra quem viu o primeiro tempo do jogo de domingo, isso incompreensível. Mas vale como lição. O Coritiba, que vem de vitórias sobre o Palmeiras e o Vasco (neste caso, fora), deve ser muitíssimo respeitado nestas oitavas da Copa do Brasil. É um adversário de qualidade!
E o Grêmio não pode se dar o luxo de escolher competição, até porque o Brasileirão tem suas complicações e exigências de grupo ainda melhor do que o nosso mostrou ser. Ficaremos três rodadas sem Luan, e a falta que ele faz é evidente.
Ah, e tem o fator Corinthians, clube mais “sortudo” do país.
O importante é que consigamos um dos títulos em disputa.
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Foto: José Doval / Agencia RBS
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No domingo, porém, demos uma lição de civilidade e de compreensão do nosso papel.
Eram sete minutos da etapa final, ainda oito minutos antes de Erazo fazer de cabeça nosso primeiro gol, quando Marcelinho Paraíba, ídolo que nos reporta ao título da Copa do Brasil em 2001, deixou o campo extenuado.
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Marcelinho é um sujeito que chegou a cortar o cabelo fazendo o símbolo do clube.
É uma das nossas referência, e é das referências que vivemos.
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E foi aplaudido. Muito aplaudido.
Retribuiu também nos aplaudindo.
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não se mede em cifrões.
Eu o aplaudi, lá na minha cadeira no setor leste.
Meu filho, nascido em 2002, também o aplaudiu com força.
É disso que se faz um grande clube!
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…
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E o Grêmio não pode se dar o luxo de escolher competição, até porque o Brasileirão tem suas complicações e exigências de grupo ainda melhor do que o nosso mostrou ser. Ficaremos três rodadas sem Luan, e a falta que ele faz é evidente.
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