Erazo marcou o primeiro gol do Grêmio
Foto: Fernando Gomes
O Grêmio trocou o futebol de espetáculo pelo de superação. Mesmo sem brilho contra o Joinville, a equipe de Roger Machado mostrou raça ao buscar a vitória por 2 a 1 na Arena. Com gols de Erazo e Galhardo, chegou aos 36 pontos e se firmou de vez no terceiro lugar do Brasileirão, a quatro pontos do líder Corinthians. Na quarta-feira, o adversário será o Coritiba, pela Copa do Brasil, no Couto Pereira.
A intensidade do Grêmio na goleada do Gre-Nal e na vitória sobre o Atlético-MG parecia ter ficado no vestiário contra o Joinville. O time catarinense, que habita o Z-4 do Brasileirão, começou o jogo como se estivesse em casa. Tanto que abriu o placar a dois minutos. Após escanteio cobrado por Edigar Junio, o zagueiro Bruno Aguiar superou Geromel e testou com firmeza para vencer Marcelo Grohe.
Sem Luan, suspenso pelo terceiro cartão amarelo, o técnico Roger Machado mandou Bobô a campo como substituto. Mas o Grêmio caiu de rendimento sem seu melhor jogador no Brasileirão. E o Joinville passou a criar chances: a nove minutos, Edigar Junio arriscou com perigo, perto da trave de Grohe.
A primeira oportunidade criada pelo Grêmio ocorreu a 17 minutos. Após boa recuperação, Giuliano dominou dentro da área e rolou para Marcelo Oliveira, que finalizou na rede, pelo lado de fora. Com pouca movimentação no ataque, o time de Roger tinha dificuldade para superar a marcação do Joinville.
O time catarinense, aliás, mostrava velocidade quando ia à frente. E o veterano Marcelinho Paraíba, 40 anos, se destacou. Aos 21 minutos, o atacante, herói gremista na conquista da Copa do Brasil em 2001, fez uma jogada de habilidade pela ponta direita, driblando Marcelo Oliveira e cruzando para Edigar Junio escorar no travessão.
Aos 29, outra chance perigosa: o lateral-direito Mário Sérgio invadiu a área e concluiu entre as pernas de Grohe, mas Geromel surgiu, em cima da linha, para evitar o gol.
O Grêmio ainda esboçou uma reação antes do intervalo. A 38, Douglas, de até então tímida atuação, deu belo passe para Pedro Rocha, que surgiu livre por trás da zaga e concluiu mal para defesa de Agenor.
No segundo tempo, Roger trocou Fernandinho por Pedro Rocha e o Grêmio ganhou mais velocidade. A seis minutos, Galhardo cobrou falta na entrada da área e obrigou Agenor a fazer boa defesa. Aos oito, Bobô recebeu dentro da área, mas acabou furando ao tentar concluir de voleio. E a 10, Douglas tabelou com Giuliano, que finalizou em chute cruzado, levando perigo.
Aos 15 minutos, veio o desafogo. Foi quando Douglas cobrou escanteio e Erazo subiu mais alto que a zaga do Joinville, em belo cabeceio, para empatar.
O Joinville até tentou criar chances. A 26, Anselmo por pouco não aproveitou boa cobrança de falta feita por Marcelo Costa. E a 30, o volante Anselmo arriscou de fora da área por cima do gol de Grohe.
Mas o que era apreensão virou alegria na Arena. Aos 38 minutos, Galhardo cobrou falta com precisão digna de Arce, no ângulo de Agenor, e virou a partida. Ao final do jogo, festa da torcida na Arena. A meta do técnico Roger Machado, de encerrar o primeiro turno com 36 pontos, foi atingida.
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Foto: Fernando Gomes
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A intensidade do Grêmio na goleada do Gre-Nal e na vitória sobre o Atlético-MG parecia ter ficado no vestiário contra o Joinville. O time catarinense, que habita o Z-4 do Brasileirão, começou o jogo como se estivesse em casa. Tanto que abriu o placar a dois minutos. Após escanteio cobrado por Edigar Junio, o zagueiro Bruno Aguiar superou Geromel e testou com firmeza para vencer Marcelo Grohe.
Sem Luan, suspenso pelo terceiro cartão amarelo, o técnico Roger Machado mandou Bobô a campo como substituto. Mas o Grêmio caiu de rendimento sem seu melhor jogador no Brasileirão. E o Joinville passou a criar chances: a nove minutos, Edigar Junio arriscou com perigo, perto da trave de Grohe.
A primeira oportunidade criada pelo Grêmio ocorreu a 17 minutos. Após boa recuperação, Giuliano dominou dentro da área e rolou para Marcelo Oliveira, que finalizou na rede, pelo lado de fora. Com pouca movimentação no ataque, o time de Roger tinha dificuldade para superar a marcação do Joinville.
O time catarinense, aliás, mostrava velocidade quando ia à frente. E o veterano Marcelinho Paraíba, 40 anos, se destacou. Aos 21 minutos, o atacante, herói gremista na conquista da Copa do Brasil em 2001, fez uma jogada de habilidade pela ponta direita, driblando Marcelo Oliveira e cruzando para Edigar Junio escorar no travessão.
Aos 29, outra chance perigosa: o lateral-direito Mário Sérgio invadiu a área e concluiu entre as pernas de Grohe, mas Geromel surgiu, em cima da linha, para evitar o gol.
O Grêmio ainda esboçou uma reação antes do intervalo. A 38, Douglas, de até então tímida atuação, deu belo passe para Pedro Rocha, que surgiu livre por trás da zaga e concluiu mal para defesa de Agenor.
No segundo tempo, Roger trocou Fernandinho por Pedro Rocha e o Grêmio ganhou mais velocidade. A seis minutos, Galhardo cobrou falta na entrada da área e obrigou Agenor a fazer boa defesa. Aos oito, Bobô recebeu dentro da área, mas acabou furando ao tentar concluir de voleio. E a 10, Douglas tabelou com Giuliano, que finalizou em chute cruzado, levando perigo.
Aos 15 minutos, veio o desafogo. Foi quando Douglas cobrou escanteio e Erazo subiu mais alto que a zaga do Joinville, em belo cabeceio, para empatar.
O Joinville até tentou criar chances. A 26, Anselmo por pouco não aproveitou boa cobrança de falta feita por Marcelo Costa. E a 30, o volante Anselmo arriscou de fora da área por cima do gol de Grohe.
Mas o que era apreensão virou alegria na Arena. Aos 38 minutos, Galhardo cobrou falta com precisão digna de Arce, no ângulo de Agenor, e virou a partida. Ao final do jogo, festa da torcida na Arena. A meta do técnico Roger Machado, de encerrar o primeiro turno com 36 pontos, foi atingida.
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