Após 7 anos, o ex-jogador Robinho encontra-se sob a iminência de uma possível ordem de prisão, conforme cogitado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Ele será julgado no próximo dia 20 para decidir sobre a homologação da sentença italiana que o condenou por estupro em 2017. O processo será conduzido pela Corte Especial do STJ, composta pelos 15 ministros mais antigos, excluindo a presidente Maria Thereza de Assis Moura, que só vota em caso de empate.
Ministros consultados de maneira reservada indicam uma inclinação para a homologação da sentença, preparando o terreno para o cumprimento da pena no Brasil. Há uma expectativa de que a maioria dos ministros vote a favor da prisão do ex-jogador, seja através de uma ordem direta do STJ ou pela determinação a um juiz de primeira instância para expedir o mandado de prisão.
O jogador Robinho foi condenado a nove anos de prisão pela participação em um estupro coletivo na Itália. A vítima alega ter sido embriagada e abusada sexualmente por seis homens enquanto estava inconsciente, enquanto os advogados do ex-jogador insistem na alegação de que a relação foi consensual. Além da pena de prisão, Robinho também foi condenado a pagar uma indenização à vítima no valor de 60 mil euros.
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