Em nome de maior eficiência ofensiva, Roger Machado poderá apressar a estreia de Bobô. A escassez de gols preocupa e o centroavante vira alternativa para o Gre-Nal. Nas últimas três partidas do Brasileirão, a equipe marcou somente um gol — Pedro Rocha, no empate em a 1 a 1 com o Sport. Não por acaso, saiu do G-4.
Contratado há duas semanas e já registrado no Boletim Informativo Diário (BID), o pernambucano Bobô, 30 anos, 1m86cm, diferencia-se de Pedro Rocha e Luan pela maior ousadia nos arremates. Com presença mais constante dentro da área, sua movimentação contrasta com a dos outros dois atacantes, que optam pelos lados do campo.
— Bobô muda a característica, me dá um outro tipo de alternativa — explica Roger Machado. — Ele joga de bico a bico de área, é um grande definidor e muito experiente. Me daria uma alternativa parecida com a do Braian e diferente da do Luan.
Foi no futebol turco que Bobô construiu a maior parte de sua biografia. Pelo Besiktas, novo destino do zagueiro Rhodolfo, onde atuou entre 2006 e 2010, marcou 96 vezes em 227 partidas e virou o maior goleador estrangeiro da história do clube.
Após passagem discreta pelo Cruzeiro, onde sofreu com lesões, voltou à Turquia, desta vez pelo Kayserispor, fez 36 gols em 73 partidas em, num período de três anos.
Ex-lateral-esquerdo do Grêmio, Alex Telles, hoje no Galatasaray, diz tratar-se de um jogador muito respeitado na Turquia.
— Não cheguei a enfrentá-lo, pois o Kayserispor estava na segunda divisão. Mas ele possui o que um centroavante precisa. Vai para a área, bate com os zagueiros — relata.
Bobô passou mais tempo fora do que no país. Antes do Cruzeiro, havia atuado pelo Corinthians, entre 2004 e 2006. Em 2008, chegou a ser convocado pelo técnico Dunga para um amistoso da Seleção Brasileira contra a Irlanda.
— Ele é um jogador de área. Tem boa impulsão, cabeceia bem, gira fácil para os dois lados — descreve Bugre, integrante da comissão técnica de Roger.
Outro ponto destacado pelo auxiliar é a habilidade, que permite o bom domínio de bola, ponto de partida para as finalizações. Uma característica que a torcida espera ver outra vez colocada em prática. Mesmo que seja no segundo tempo.
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Contratado há duas semanas e já registrado no Boletim Informativo Diário (BID), o pernambucano Bobô, 30 anos, 1m86cm, diferencia-se de Pedro Rocha e Luan pela maior ousadia nos arremates. Com presença mais constante dentro da área, sua movimentação contrasta com a dos outros dois atacantes, que optam pelos lados do campo.
— Bobô muda a característica, me dá um outro tipo de alternativa — explica Roger Machado. — Ele joga de bico a bico de área, é um grande definidor e muito experiente. Me daria uma alternativa parecida com a do Braian e diferente da do Luan.
Foi no futebol turco que Bobô construiu a maior parte de sua biografia. Pelo Besiktas, novo destino do zagueiro Rhodolfo, onde atuou entre 2006 e 2010, marcou 96 vezes em 227 partidas e virou o maior goleador estrangeiro da história do clube.
Após passagem discreta pelo Cruzeiro, onde sofreu com lesões, voltou à Turquia, desta vez pelo Kayserispor, fez 36 gols em 73 partidas em, num período de três anos.
Ex-lateral-esquerdo do Grêmio, Alex Telles, hoje no Galatasaray, diz tratar-se de um jogador muito respeitado na Turquia.
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Bobô passou mais tempo fora do que no país. Antes do Cruzeiro, havia atuado pelo Corinthians, entre 2004 e 2006. Em 2008, chegou a ser convocado pelo técnico Dunga para um amistoso da Seleção Brasileira contra a Irlanda.
— Ele é um jogador de área. Tem boa impulsão, cabeceia bem, gira fácil para os dois lados — descreve Bugre, integrante da comissão técnica de Roger.
Outro ponto destacado pelo auxiliar é a habilidade, que permite o bom domínio de bola, ponto de partida para as finalizações. Uma característica que a torcida espera ver outra vez colocada em prática. Mesmo que seja no segundo tempo.
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