Por si só, um Gre-Nal é capaz de chamar atenção, mesmo que não haja figuras de muito vulto. Imagina, então, quando um clássico recebe a reestreia de um treinador que foi pentacampeão mundial, mas que, meses antes, havia protagonizado o fiasco do 7 a 1 na Copa? Pois Felipão acabou chamando os holofotes nos duelos do ano passado, que encerram a série do GloboEsporte.com sobre o tira-teima nos pontos corridos do Brasileirão. Scolari foi do inferno ao céu em três meses. Graças ao poder do Gre-Nal.
Até o momento, são sete vitórias para cada lado. O GloboEsporte.com irá relembrar, durante a semana, até domingo, cada um dos jogos que levaram a esta igualdade. Desde 2003, quando a fórmula do Brasileirão por pontos corridos entrou em vigor, são 22 clássicos gaúchos disputados - além das sete vitórias para cada lado, são oito empates. São 23 gols marcados pelo Inter e 21 anotados pelo Grêmio.
O Gre-Nal de 10 de agosto não foi só o primeiro clássico no retorno de Felipão, mas também significou a sua reestreia no Grêmio. Como seria esperado, Scolari precisou conviver com as cornetas de coloradas no Beira-Rio, com várias faixas em alusão à goleada sofrida pela Seleção diante da Alemanha.
Em campo, mais problemas. O Grêmio fazia um confronto parelho com o favorito disparado. No segundo tempo, todavia, valeu o melhor entrosamento dos comandados de Abel Braga. Aránguiz e Cláudio Winck marcaram no 2 a 0 e abriram dez pontos em relação ao Tricolor.
A DESFORRA: GOLEADA HISTÓRICA NO ANIVERSÁRIO E CHORO
Em 9 de novembro, três meses depois, tudo mudou. O Gre-Nal da Arena se transformou no ponto de virada de Felipão. O Grêmio aplicou uma goleada histórica de 4 a 1, dando fim a um jejum de dois anos sem vencer o maior rival. De quebra, os gols de Luan, Ramiro e Alan Ruiz (duas vezes) - Rafael Moura descontou - fizeram o Tricolor passar o Inter na tabela.
Felipão tirou um peso das costas, que vinha desde a Copa. Chorou no vestiário e, em coletiva, chegou a dizer que o resultado, justamente no dia do seu aniversário, era o ápice da carreira. O problema é que o time não conseguiu manter a boa fase na reta final do campeonato e terminou o Brasileirão fora da zona da Libertadores. Mas o Gre-Nal está na história.
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O Gre-Nal de 10 de agosto não foi só o primeiro clássico no retorno de Felipão, mas também significou a sua reestreia no Grêmio. Como seria esperado, Scolari precisou conviver com as cornetas de coloradas no Beira-Rio, com várias faixas em alusão à goleada sofrida pela Seleção diante da Alemanha.
Em campo, mais problemas. O Grêmio fazia um confronto parelho com o favorito disparado. No segundo tempo, todavia, valeu o melhor entrosamento dos comandados de Abel Braga. Aránguiz e Cláudio Winck marcaram no 2 a 0 e abriram dez pontos em relação ao Tricolor.
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Felipão tirou um peso das costas, que vinha desde a Copa. Chorou no vestiário e, em coletiva, chegou a dizer que o resultado, justamente no dia do seu aniversário, era o ápice da carreira. O problema é que o time não conseguiu manter a boa fase na reta final do campeonato e terminou o Brasileirão fora da zona da Libertadores. Mas o Gre-Nal está na história.
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