Arena Condá recebe público médio de 6.495 no oeste catarinense (Foto: Laion Espíndula)
A Chapecoense pode não aparecer muito bem quando o assunto é a média de público - 6.494 em 2015 -, mas consegue surpreender quando os dados são comparados ao número de habitantes da cidade catarinense. São 202 mil moradores, o que significa que o Verdão consegue levar um a cada 31 habitantes à Arena Condá por rodada. O Santos também chama atenção nesse aspecto: se considerar que o público é da cidade, que tem população de 433 mil, um a cada 47 habitantes vai à Vila Belmiro em dia de jogos do Peixe.
Os números foram levantados pelo "Redação SporTV" e receberam elogios do apresentador André Rizek.
- A Chapecoense não tem uma média de público das mais altas, mas quando você faz uma média com o número de habitantes de Chapecó fica impressionante. Nessa comparação, está bem na fita o torcedor da Chapecoense - elogiou.
Apesar de destacar os dados, Rizek lembra que os números podem ser ainda mais surpreendentes, citando especialmente o exemplo europeu. O Borussia Dortmund, por exemplo, tem média de ocupação de 99%. A cidade tem 565 mil habitantes e a média de público é de 80.424 mil por jogo, ou seja, um a cada sete habitantes de Dortmund vai aos jogos - considerando a mesma comparação.
Veja gols, melhores momentos e entrevistas sobre o Brasileirão 2015
Rizek, no entanto, fez um ressalva lembrando que nem sempre a ocupação do estádio é preenchida por moradores da cidade. O Internacional, por exemplo, tem média de público de 19.797 no Beira-Rio. Se o público saísse totalmente da Capital, o número chegaria a um torcedor no estádio a cada 75 porto-alegrenses - a cidade tem quase 1,5 milhão de habitantes.
Campeões de público em 2015, Corinthians, Palmeiras e Flamengo aparecem mal colocados na lista, empurrados para baixo por causa das populações de São Paulo e Rio de Janeiro. O Rubro-Negro é o 14º (com um torcedor a cada 263,48 moradores), o Timão é 16º e o Alviverde vem uma posição abaixo. Na zona de rebaixamento do Brasileirão, o Vasco é o último colocado na relação. Somente um habitante do Rio a cada 958 tem acompanhado o Cruz-Maltino.

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