William Schuster estreou no Maracanão, pela direita (Foto: Marcelo de Jesus)
O Grêmio teve a estreia de William Schuster na derrota para o Fluminense, neste sábado, no Maracanã. Mas, depois de praticamente um mês de espera para vestir a camisa tricolor, o meia não rendeu o esperado. Dedicado na função de marcar pelo lado direito, o camisa 25 foi elogiado pela disciplina tática, embora o auxiliar técnico James Freitas afirmou que o jogador poderia ter rendido mais no 1 a 0 no Rio de Janeiro.
Schuster jogou os 47 minutos do primeiro tempo e outros cinco no segundo. Fechou 52 minutos em campo - foi substituído após a expulsão de Walace, para que Edinho pudesse recompor o meio-campo. No total, teve dois passes certos, um errado, cometeu duas faltas e sofreu outras duas. Não finalizou e armou apenas uma jogada pelo lado direito, justamente sua função mais pedida, já que substituiu Giuliano.
- Ele taticamente vinha cumprindo o que nós tínhamos trabalhado na semana, o que o Roger passou. Claro que, pela ausência de ritmo, a gente conhece ele dos treinamentos, sabe que ele tem um rendimento superior ao que teve. Foi o primeiro jogo. Mas cumpriu as orientações todas, não tem nada a falar a não ser enaltecer a disciplina tática. Teve que ser sacrificado, tivemos que recompor com um volante para equilibrar o nosso meio-campo - analisou James Freitas, que esteve na área técnica por conta da suspensão automática de Roger, expulso no empate com o Sport, na Arena.
O meia foi contratado pelo Grêmio no início de julho, indicado pelo técnico, que trabalhou com o jogador no Novo Hamburgo, no Gauchão deste ano. Aos 28 anos, retornou ao Tricolor, onde foi formado, após anos no Paraguai. Esperou cerca de um mês para a sua estreia, que ocorreu neste sábado.
Para o Gre-Nal do próximo domingo, a tendência é que Giuliano esteja de volta.
O meia se recupera de lesão muscular na coxa esquerda, mas, segundo James, deve ter condições físicas de atuar no clássico. Assim, reassumiria o lado direito. Marcelo Grohe e Marcelo Oliveira também deve retornar após lesões musculares. Por outro lado, Walace, expulso na derrota, é desfalque certo.
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Schuster jogou os 47 minutos do primeiro tempo e outros cinco no segundo. Fechou 52 minutos em campo - foi substituído após a expulsão de Walace, para que Edinho pudesse recompor o meio-campo. No total, teve dois passes certos, um errado, cometeu duas faltas e sofreu outras duas. Não finalizou e armou apenas uma jogada pelo lado direito, justamente sua função mais pedida, já que substituiu Giuliano.
- Ele taticamente vinha cumprindo o que nós tínhamos trabalhado na semana, o que o Roger passou. Claro que, pela ausência de ritmo, a gente conhece ele dos treinamentos, sabe que ele tem um rendimento superior ao que teve. Foi o primeiro jogo. Mas cumpriu as orientações todas, não tem nada a falar a não ser enaltecer a disciplina tática. Teve que ser sacrificado, tivemos que recompor com um volante para equilibrar o nosso meio-campo - analisou James Freitas, que esteve na área técnica por conta da suspensão automática de Roger, expulso no empate com o Sport, na Arena.
O meia foi contratado pelo Grêmio no início de julho, indicado pelo técnico, que trabalhou com o jogador no Novo Hamburgo, no Gauchão deste ano. Aos 28 anos, retornou ao Tricolor, onde foi formado, após anos no Paraguai. Esperou cerca de um mês para a sua estreia, que ocorreu neste sábado.
Para o Gre-Nal do próximo domingo, a tendência é que Giuliano esteja de volta.
O meia se recupera de lesão muscular na coxa esquerda, mas, segundo James, deve ter condições físicas de atuar no clássico. Assim, reassumiria o lado direito. Marcelo Grohe e Marcelo Oliveira também deve retornar após lesões musculares. Por outro lado, Walace, expulso na derrota, é desfalque certo.
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Comentários
Comentários (1)
Constrangedor, mais uma vez o clube aceita a imposição do treinador da hora e contrata um jogador que dará prejuízo até o final do seu contrato. Nada do que este rapaz jogou antes justifica a contratação de um amigo do treinador...
Ação entre amigos, mas é o clube que pagará o salário depois da saída do técnico. Nestes casos onde o técnico pede a contratação de um jogador que o clube não acredita ele deveria assinar como assistente técnico assim quando caísse o técnico o PEIXE ia junto... Só se apresentasse futebol o clube faria um contrato de jogador do elenco.
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