Foto: Celso Pupo / Agência Lancepress!
Estamos em agosto e o Grêmio segue sem um ataque confiável. Pior, segue com um ataque especialista em perder gols feitos. O Grêmio foi operado no Maracanã, Walace foi expulso de maneira injusta, porém era jogo para, no mínimo, empatar. Não empatou com o Fluminense porque erra demais, porque Pedro Rocha rasgou uma oportunidade sozinho no fim.
No Rio de Janeiro, falhou ataque, falhou goleiro, falhou Walace e errou o árbitro. O resultado foi a derrota por 1 a 0. Com tantos erros reunidos, ainda quase empatamos. O Grêmio jogou para mais e tem time para mais. Foi prejudicado na expulsão de Walace que, diga-se de passagem, não consegue ficar duas partidas sem levar um amarelo – levou nove no Brasileirão.
O primeiro cartão foi justo, o jovem volante deu um mata-cobra desnecessário em Osvaldo. Aos quatro minutos da etapa final, Walace errou o domínio de um lance em que estava sozinho (falha idiota), a bola escapou e ele dividiu com o atacante, que caiu como se tivesse perdido a perna. O árbitro viu a falta, discutível, e distribuiu o segundo amarelo. No mesmo jogo, Ronaldinho entrou por cima em dois lances, levou um amarelo. O critério mandou abraços.
Antes da expulsão tivemos um primeiro tempo com o Grêmio razoável, porém melhor do que o Flu. Bruxo de Roger Machado, William Schuster mostrou que tem futebol mesmo para o Novo Hamburgo e equipes de segunda linha do Paraguai. Em nada acrescentou na vaga de Giuliano.
Apesar dos desfalques, o Imortal foi melhor, parou em uma defesa espetacular de Diego Cavalieri em cabeçada forte de Erazo. E foi salvo pelo lateral Marcelo Hermes, que tirou na risca após saídas erradas de Tiago.
Nosso jovem goleiro teve outra noite atrapalhada. A boa impressão deixada no período de Marcelo Grohe na Copa América se esvaiu em duas partidas. Furou uma saída ridícula pelo alto contra o Sport e errou outras parecidas diante do Flu. No gol carioca, Tiago poderia ter fechado melhor, mas foi driblado e ficou na saudade. Tiago precisa urgentemente treinar a saída do gol.
A expulsão de Walace dificultou um jornada que parecia controlada. O Flu cresceu com um a mais, a defesa vivia uma noite impecável, Geromel fez um partidaço, Erazo espanava do jeito que dava. Até que veio um lançamento, Wellington Paulista desviou e ninguém acompanhou Marcos Júnior. Erazo e Hermes viram o guri avançar, passar por Tiago (que saiu dando o lado do drible para o atacante) e guardar.
Mesmo com um a menos, o Grêmio não empatou por incompetência. Roger insistiu em Braian Rodríguez, uma substituição que não agregou em nada. Aos 40 e todos da etapa final, Maicon levantou na área, Geromel cabeceou cruzado e Pedro Rocha entrou sozinho, com Diego Cavalieri batido. Era só empurrar e comemorar. Pois Pedro Rocha bateu para fora, rasgou o empate, protagonizou lance de “Bola Murcha” do Fantástico.
Pedro Rocha é promissor, é um achado na temporada, tem um custo benefício excelente, mas precisa ser letal nas chances fáceis. Não se erra gol fácil! O ataque sem pontaria freia o Grêmio no Brasileirão. Foi assim contra o Sport e se repetiu diante do Fluminense.
Sábado passado, Luan entrou livre, com tempo para contar até 30 e finalizar. Chutou na trave. Braian Rodríguez subiu de cabeça e mandou no único local em que o goleiro pegaria, no alto. O goleiro pegou. E o Grêmio empatou em casa.
Uma semana depois,. Pedro Rocha recebeu excelente passe de Maicon, ficou livre, enquadrou o corpo e nem sequer o arco acertou. Um chute furado. Luan recebeu lançamento primoroso de Douglas e desistiu do gol. Em vez de correr na diagonal para definir, abriu o lance que não deu em nada. No fim, Pedro Rocha errou com a goleira escancarada.
O pé torto afastou o Grêmio da briga por título, pesou nas três rodadas sem vitória e pode inviabilizar a briga por G-4. O pé torto compromete boas atuações, pois o Imortal não vem de jornadas desastrosas. Que os erros sirvam de lição para o Gre-Nal. Espero que o ataque esteja guardando seus gols para o próximo domingo. No clássico, pé torto chama derrota.
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Estamos em agosto e o Grêmio segue sem um ataque confiável. Pior, segue com um ataque especialista em perder gols feitos. O Grêmio foi operado no Maracanã, Walace foi expulso de maneira injusta, porém era jogo para, no mínimo, empatar. Não empatou com o Fluminense porque erra demais, porque Pedro Rocha rasgou uma oportunidade sozinho no fim.
No Rio de Janeiro, falhou ataque, falhou goleiro, falhou Walace e errou o árbitro. O resultado foi a derrota por 1 a 0. Com tantos erros reunidos, ainda quase empatamos. O Grêmio jogou para mais e tem time para mais. Foi prejudicado na expulsão de Walace que, diga-se de passagem, não consegue ficar duas partidas sem levar um amarelo – levou nove no Brasileirão.
O primeiro cartão foi justo, o jovem volante deu um mata-cobra desnecessário em Osvaldo. Aos quatro minutos da etapa final, Walace errou o domínio de um lance em que estava sozinho (falha idiota), a bola escapou e ele dividiu com o atacante, que caiu como se tivesse perdido a perna. O árbitro viu a falta, discutível, e distribuiu o segundo amarelo. No mesmo jogo, Ronaldinho entrou por cima em dois lances, levou um amarelo. O critério mandou abraços.
Antes da expulsão tivemos um primeiro tempo com o Grêmio razoável, porém melhor do que o Flu. Bruxo de Roger Machado, William Schuster mostrou que tem futebol mesmo para o Novo Hamburgo e equipes de segunda linha do Paraguai. Em nada acrescentou na vaga de Giuliano.
Apesar dos desfalques, o Imortal foi melhor, parou em uma defesa espetacular de Diego Cavalieri em cabeçada forte de Erazo. E foi salvo pelo lateral Marcelo Hermes, que tirou na risca após saídas erradas de Tiago.
Nosso jovem goleiro teve outra noite atrapalhada. A boa impressão deixada no período de Marcelo Grohe na Copa América se esvaiu em duas partidas. Furou uma saída ridícula pelo alto contra o Sport e errou outras parecidas diante do Flu. No gol carioca, Tiago poderia ter fechado melhor, mas foi driblado e ficou na saudade. Tiago precisa urgentemente treinar a saída do gol.
A expulsão de Walace dificultou um jornada que parecia controlada. O Flu cresceu com um a mais, a defesa vivia uma noite impecável, Geromel fez um partidaço, Erazo espanava do jeito que dava. Até que veio um lançamento, Wellington Paulista desviou e ninguém acompanhou Marcos Júnior. Erazo e Hermes viram o guri avançar, passar por Tiago (que saiu dando o lado do drible para o atacante) e guardar.
Mesmo com um a menos, o Grêmio não empatou por incompetência. Roger insistiu em Braian Rodríguez, uma substituição que não agregou em nada. Aos 40 e todos da etapa final, Maicon levantou na área, Geromel cabeceou cruzado e Pedro Rocha entrou sozinho, com Diego Cavalieri batido. Era só empurrar e comemorar. Pois Pedro Rocha bateu para fora, rasgou o empate, protagonizou lance de “Bola Murcha” do Fantástico.
Pedro Rocha é promissor, é um achado na temporada, tem um custo benefício excelente, mas precisa ser letal nas chances fáceis. Não se erra gol fácil! O ataque sem pontaria freia o Grêmio no Brasileirão. Foi assim contra o Sport e se repetiu diante do Fluminense.
Sábado passado, Luan entrou livre, com tempo para contar até 30 e finalizar. Chutou na trave. Braian Rodríguez subiu de cabeça e mandou no único local em que o goleiro pegaria, no alto. O goleiro pegou. E o Grêmio empatou em casa.
Uma semana depois,. Pedro Rocha recebeu excelente passe de Maicon, ficou livre, enquadrou o corpo e nem sequer o arco acertou. Um chute furado. Luan recebeu lançamento primoroso de Douglas e desistiu do gol. Em vez de correr na diagonal para definir, abriu o lance que não deu em nada. No fim, Pedro Rocha errou com a goleira escancarada.
O pé torto afastou o Grêmio da briga por título, pesou nas três rodadas sem vitória e pode inviabilizar a briga por G-4. O pé torto compromete boas atuações, pois o Imortal não vem de jornadas desastrosas. Que os erros sirvam de lição para o Gre-Nal. Espero que o ataque esteja guardando seus gols para o próximo domingo. No clássico, pé torto chama derrota.
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