“Se esse processo fosse no Brasil, eu não estaria preso”. A frase foi dita por José Maria Marin a seus advogados na Suíça, onde está detido desde 27 de maio.
O ex-presidente da CBF acredita que só foi preso porque numa conversa com J.Hawilla, reú confesso em ação sobre corrupção no futebol, disse que estava na hora de (o dinheiro de pagamento de propina pela venda de direitos de transmissão pela TV) vir na nossa direção”.
Ele crê que a Justiça americana não tem nenhuma prova contra ele além dessa, mas entende que pelas leis dos Estados Unidos é o suficiente para ser acusado pelo crime de conspiração para lavagem de dinheiro, que não existe no Brasil. Assim, o dirigente acredita que estaria livre se o processo se desenrolasse em seu país.
Sobre a frase polêmica, os advogados do cartola dizem que ele apenas estava dando corda para Hawilla a fim de saber o que estava acontecendo em relação aos contratos assinados antes de sua gestão.
Aos 83 anos, Marin também afirmou a seus defensores que não têm esperança de sair vivo dos Estados Unidos se for extraditado para lá. Isso porque cumpriria pena até sua morte, ainda que em regime de prisão domiciliar, já que possui um apartamento lá.
A Suíça deve decidir em agosto se aceita o pedido de extradição feito pelos Estados Unidos.
Em sua defesa, Marin anexou contratos assinados por seu antecessor, Ricardo Teixeira, para sustentar que os acordos investigados pelo FBI não foram feitos por ele.
O dirigente está empenhando em colaborar com seus advogados e passou até a usar um dicionário a fim de traduzir trechos do processo do inglês para o português.
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Sobre a frase polêmica, os advogados do cartola dizem que ele apenas estava dando corda para Hawilla a fim de saber o que estava acontecendo em relação aos contratos assinados antes de sua gestão.
Aos 83 anos, Marin também afirmou a seus defensores que não têm esperança de sair vivo dos Estados Unidos se for extraditado para lá. Isso porque cumpriria pena até sua morte, ainda que em regime de prisão domiciliar, já que possui um apartamento lá.
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Em sua defesa, Marin anexou contratos assinados por seu antecessor, Ricardo Teixeira, para sustentar que os acordos investigados pelo FBI não foram feitos por ele.
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