A vitória de 2 a 0 sobre o Vasco deixou o técnico do Grêmio, Roger Machado, ainda mais animado quanto ao futuro da equipe no Campeonato Brasileiro. Após ter seu nome gritado nas arquibancadas, o comandante valorizou o resgate da confiança do torcedor e pediu aos gremistas para que sigam acreditando na proposta da equipe.
"Eu tenho consciência de que alterei a estrutura do time e acrescentei os meus conceitos. No primeiro jogo já mostramos um pouco daquilo que eu acredito no futebol. O resgate da confiança do torcedor era uma das facetas da equipe que eu queria mostrar. É muito bom ter o nome gritado por 34 mil pessoas e quero que o torcedor siga assim. Eu quero mais. Eu quero que eles acreditem na nossa proposta e no nosso conceito", disse em entrevista coletiva.
Roger comentou que seu principal desafio dentro do Grêmio é retirar o melhor de cada atleta. "Sempre vou tentar extrair o melhor de cada jogador, individualmente e coletivamente. Esse é meu desafio. Eu desejo que cada um seja a melhor versão de si mesmo. Isso a gente busca no dia-dia, no treinamento, imaginando uma estrutura", explicou.
Na avaliação do técnico gremista, a equipe sabia que o jogo diante do Vasco não seria fácil. "Nós tínhamos consciência de que seria uma partida complicada, um jogo de xadrez. A mudança de comportamento no intervalo ocorre num pequeno espaço de tempo, num momento em que tenho cinco minutos para falar com os jogadores. Temos imagens do jogo e passamos esse feedback. É a hora de acertar algumas coisas e sintetizar aquilo que é importante", argumentou.
VEJA TAMBÉM
- VAR revela detalhes cruciais da decisão no clássico Gre-Nal
- Grêmio inicia negociações para prorrogação dos contratos de Pavón e Amuzu após conquista estadual
- Grêmio vence Gre-Nal decisivo, levanta o Gauchão e Castro surpreende na coletiva
"Eu tenho consciência de que alterei a estrutura do time e acrescentei os meus conceitos. No primeiro jogo já mostramos um pouco daquilo que eu acredito no futebol. O resgate da confiança do torcedor era uma das facetas da equipe que eu queria mostrar. É muito bom ter o nome gritado por 34 mil pessoas e quero que o torcedor siga assim. Eu quero mais. Eu quero que eles acreditem na nossa proposta e no nosso conceito", disse em entrevista coletiva.
Roger comentou que seu principal desafio dentro do Grêmio é retirar o melhor de cada atleta. "Sempre vou tentar extrair o melhor de cada jogador, individualmente e coletivamente. Esse é meu desafio. Eu desejo que cada um seja a melhor versão de si mesmo. Isso a gente busca no dia-dia, no treinamento, imaginando uma estrutura", explicou.
Na avaliação do técnico gremista, a equipe sabia que o jogo diante do Vasco não seria fácil. "Nós tínhamos consciência de que seria uma partida complicada, um jogo de xadrez. A mudança de comportamento no intervalo ocorre num pequeno espaço de tempo, num momento em que tenho cinco minutos para falar com os jogadores. Temos imagens do jogo e passamos esse feedback. É a hora de acertar algumas coisas e sintetizar aquilo que é importante", argumentou.
VEJA TAMBÉM
- VAR revela detalhes cruciais da decisão no clássico Gre-Nal
- Grêmio inicia negociações para prorrogação dos contratos de Pavón e Amuzu após conquista estadual
- Grêmio vence Gre-Nal decisivo, levanta o Gauchão e Castro surpreende na coletiva

Comentários
Enviar Comentário
Aplicativo Gremio Avalanche
Leia também
Arthur Contata Ídolo do Grêmio e Gesto Ganha Destaque Após Conquista do Gauchão
VAR revela detalhes cruciais da decisão no clássico Gre-Nal
Grêmio inicia negociações para prorrogação dos contratos de Pavón e Amuzu após conquista estadual
Rivalidade em Alta: Vestido de Valsa Ganha Destaque Após Conquista do Grêmio Sobre o Internacional
Torcedor do Grêmio é Ferido em Ataque a Ônibus Antes da Final do Gauchão
Grêmio vence Gre-Nal decisivo, levanta o Gauchão e Castro surpreende na coletiva
Baldasso surta após título do Grêmio e cria abaixo-assinado polêmico contra o Gauchão
Luís Castro abre o jogo após título do Grêmio e revela segredo da conquista
Grêmio encerra longo jejum e conquista o Gauchão no Beira-Rio após duas décadas