As demissões de treinadores no Brasileirão passaram da média de um por rodada. As últimas duas vítimas foram Doriva, no Vasco, e Hélio dos Anjos, no Goiás. O ex-comandante cruz-maltino entregou o cargo no domingo após a quinta derrota seguida do time na competição. Já o ex-técnico esmeraldino foi dispensado nesta segunda-feira após uma série de cinco jogos sem vitória da equipe goiana. Com isso, já são nove técnicos demitidos em oito rodadas.
Confira quais foram os outros seis técnicos demitidos neste Brasileirão:
LUIZ FELIPE SCOLARI (Grêmio)

Felipão deixou o Grêmio após a segunda rodada do Brasileirão. O técnico se demitiu devido ao início ruim da equipe, com empate por 3 a 3 em casa diante da Ponte Preta e revés por 2 a 0 para o Coritiba, no Couto Pereira. Para o seu lugar, o Tricolor apostou em Roger Machado, ex-jogador e ídolo do clube e que vinha de um trabalho considerado bom no pequeno Novo Hamburgo.
RICARDO DRUBSCKY (Fluminense)

Com apenas oito jogos no comando do Fluminense, Drubscky também caiu após a segunda rodada do Campeonato Brasileiro. O treinador não resistiu à goleada sofrida para o Atlético-MG por 4 a 1, no Mané Garrincha, em Brasília. O Fluminense buscou Enderson Moreira para o seu lugar.
VANDERLEI LUXEMBURGO (Flamengo)

Após tirar o Flamengo da "zona da confusão" no Brasileiro de 2014, Vanderlei Luxemburgo viu a equipe decepcionar no Carioca e começar mal no Brasileiro. O treinador, que dias antes da degola chegou a ter seu nome especulado no São Paulo, deixou o clube após uma derrota para o Avaí por 2 a 1 e saiu atirando contra a diretoria. Cristóvão Borges assumiu o seu lugar.
MARCELO OLIVEIRA (Cruzeiro)

A dança das cadeiras "sobrou" até para o atual bicampeão brasileiro. Vindo da eliminação do Cruzeiro na Libertadores com goleada para o River Plate no Mineirão, Marcelo Oliveira viu seu ciclo bem-sucedido acabar após um revés por 2 a 1 para o Figueirense. Vanderlei Luxemburgo, que havia saído do Flamengo, chegou à Toca da Raposa para comandar o clube.
HEMERSON MARIA (Joinville)

Nem mesmo a boa campanha no Campeonato Catarinense (foi campeão, embora o título esteja sendo contestado pelo Figueirense na justiça por causa do JEC ter usado um jogador irregular em uma partida) fez Hemerson Maria seguir no Joinville. Após 18 meses, o treinador foi demitido após a equipe perder por 2 a 0 para a Chapecoense e acumular sua quarta derrota em cinco jogos na Série A. Adilson Batista se tornou seu sucessor.
MARQUINHOS SANTOS (Coritiba)

A segunda passagem do treinador no Coxa começou em 2014, quando ele substituiu Celso Roth durante o Brasileirão e ajudou a equipe a se manter na elite do futebol brasileiro. Porém, após ter voltado atrás na decisão de comandar o Vasco a partir de 2015, Marquinhos Santos viu o Coritiba perder o título paranaense para o Operário e ter um início pífio no Brasileiro deste ano, com 5 derrotas em 6 jogos. Em seu lugar, entrou Ney Franco.
OSWALDO DE OLIVEIRA (Palmeiras)

A derrocada de Oswaldo começou depois de perder a final do Campeonato Paulista para o Santos. Em oito jogos, foram somente duas vitórias, quatro empates e duas derrotas - somando Brasileirão e Copa do Brasil. Os maus resultados, inclusive dentro do Allianz Parque, resultaram na demissão do treinador.
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LUIZ FELIPE SCOLARI (Grêmio)

Felipão deixou o Grêmio após a segunda rodada do Brasileirão. O técnico se demitiu devido ao início ruim da equipe, com empate por 3 a 3 em casa diante da Ponte Preta e revés por 2 a 0 para o Coritiba, no Couto Pereira. Para o seu lugar, o Tricolor apostou em Roger Machado, ex-jogador e ídolo do clube e que vinha de um trabalho considerado bom no pequeno Novo Hamburgo.
RICARDO DRUBSCKY (Fluminense)

Com apenas oito jogos no comando do Fluminense, Drubscky também caiu após a segunda rodada do Campeonato Brasileiro. O treinador não resistiu à goleada sofrida para o Atlético-MG por 4 a 1, no Mané Garrincha, em Brasília. O Fluminense buscou Enderson Moreira para o seu lugar.
VANDERLEI LUXEMBURGO (Flamengo)

Após tirar o Flamengo da "zona da confusão" no Brasileiro de 2014, Vanderlei Luxemburgo viu a equipe decepcionar no Carioca e começar mal no Brasileiro. O treinador, que dias antes da degola chegou a ter seu nome especulado no São Paulo, deixou o clube após uma derrota para o Avaí por 2 a 1 e saiu atirando contra a diretoria. Cristóvão Borges assumiu o seu lugar.
MARCELO OLIVEIRA (Cruzeiro)

A dança das cadeiras "sobrou" até para o atual bicampeão brasileiro. Vindo da eliminação do Cruzeiro na Libertadores com goleada para o River Plate no Mineirão, Marcelo Oliveira viu seu ciclo bem-sucedido acabar após um revés por 2 a 1 para o Figueirense. Vanderlei Luxemburgo, que havia saído do Flamengo, chegou à Toca da Raposa para comandar o clube.
HEMERSON MARIA (Joinville)

Nem mesmo a boa campanha no Campeonato Catarinense (foi campeão, embora o título esteja sendo contestado pelo Figueirense na justiça por causa do JEC ter usado um jogador irregular em uma partida) fez Hemerson Maria seguir no Joinville. Após 18 meses, o treinador foi demitido após a equipe perder por 2 a 0 para a Chapecoense e acumular sua quarta derrota em cinco jogos na Série A. Adilson Batista se tornou seu sucessor.
MARQUINHOS SANTOS (Coritiba)

A segunda passagem do treinador no Coxa começou em 2014, quando ele substituiu Celso Roth durante o Brasileirão e ajudou a equipe a se manter na elite do futebol brasileiro. Porém, após ter voltado atrás na decisão de comandar o Vasco a partir de 2015, Marquinhos Santos viu o Coritiba perder o título paranaense para o Operário e ter um início pífio no Brasileiro deste ano, com 5 derrotas em 6 jogos. Em seu lugar, entrou Ney Franco.
OSWALDO DE OLIVEIRA (Palmeiras)

A derrocada de Oswaldo começou depois de perder a final do Campeonato Paulista para o Santos. Em oito jogos, foram somente duas vitórias, quatro empates e duas derrotas - somando Brasileirão e Copa do Brasil. Os maus resultados, inclusive dentro do Allianz Parque, resultaram na demissão do treinador.
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