Com Vinicius Konchinsnki
Acuado por acusações de envolvimento no escândalo da Fifa, o presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, está receoso de deixar o país. Não há previsão de que vá ao Chile para encontrar a seleção e a cúpula da Conmebol, nem presença confirmada em reunião da federação internacional para definir a eleição do substituto de Joseph Blatter.
Há a suspeita de envolvimento do cartola da confederação no caso de propinas pagas por competições investigado por autoridades dos EUA. Isso porque umas das personagens da denúncia se encaixa no perfil do dirigente, alto membro da Conmebol, Fifa, e da CBF.
A federação internacional marcou para o próximo dia 20 de julho uma reunião do seu comitê executivo, em Zurique, para decidir a data da votação e seus procedimentos. Del Nero é integrante deste grupo. Questionado se o presidente da confederação iria, o secretário-geral Walter Feldman, inicialmente, disse que não:
“Acho que ele não vai. Ele quer ficar este mês no Brasil para resolver coisas'', afirmou. Lembrado sobre a importância da reunião, Feldman disse que consultaria o dirigente sobre a viagem. “Estamos sabendo agora.''
Logo depois da prisão do vice-presidente José Maria Marin, o presidente da CBF saiu às pressas de Zurique sem participar da reeleição de Blatter. Deixou representantes para votar e retornou ao Brasil para buscar apoio entre clubes, federações e parlamentares. Ainda deu entrevistas e explicações no Congresso.
Certo é que Del Nero não estará com a seleção brasileira no Chile no início. Feldman afirmou que não há nenhuma previsão de viajar para encontrar seus pares da Conmebol.
Até porque os próprios dirigentes da confederação que estão em território chileno têm evitado aparições públicos. As prisões na Suíça causaram verdadeira desvastação na cúpula da entidade, a mais afetada no escândalo.
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Acuado por acusações de envolvimento no escândalo da Fifa, o presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, está receoso de deixar o país. Não há previsão de que vá ao Chile para encontrar a seleção e a cúpula da Conmebol, nem presença confirmada em reunião da federação internacional para definir a eleição do substituto de Joseph Blatter.
Há a suspeita de envolvimento do cartola da confederação no caso de propinas pagas por competições investigado por autoridades dos EUA. Isso porque umas das personagens da denúncia se encaixa no perfil do dirigente, alto membro da Conmebol, Fifa, e da CBF.
A federação internacional marcou para o próximo dia 20 de julho uma reunião do seu comitê executivo, em Zurique, para decidir a data da votação e seus procedimentos. Del Nero é integrante deste grupo. Questionado se o presidente da confederação iria, o secretário-geral Walter Feldman, inicialmente, disse que não:
“Acho que ele não vai. Ele quer ficar este mês no Brasil para resolver coisas'', afirmou. Lembrado sobre a importância da reunião, Feldman disse que consultaria o dirigente sobre a viagem. “Estamos sabendo agora.''
Logo depois da prisão do vice-presidente José Maria Marin, o presidente da CBF saiu às pressas de Zurique sem participar da reeleição de Blatter. Deixou representantes para votar e retornou ao Brasil para buscar apoio entre clubes, federações e parlamentares. Ainda deu entrevistas e explicações no Congresso.
Certo é que Del Nero não estará com a seleção brasileira no Chile no início. Feldman afirmou que não há nenhuma previsão de viajar para encontrar seus pares da Conmebol.
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