O técnico Roger terá que escolher um jogador para a posição Foto: Ricardo Duarte / Agencia RBS
Essa discussão sobre a necessidade obsessiva do pensador é importante, mas não a central no universo do Grêmio. Claro que acrescenta ter jogadores de cadência no grupo, mas a urgência urgentíssima é por atacantes.
Não se monta time com atacantes que não fazem gols. A ideia do camisa 10 como elemento imprescindível mudou ao longo do tempo. Hoje, todos têm de ser um pouco volantes, armadores e atacantes. Todos têm de ser 5, 10 ou 9.
Jogar sem centroavante era heresia não faz muito. Que jogasse o ruim, desde que fosse centroavante. A prática revogou este dogma. Assim é também com o 10, apesar da magia do número, eternizado às costas do Rei Pelé.
Não se trata de Douglas ou Maxi Rodríguez. Se forem cerebrais e solidários, ótimo. Mas se colocarem a mão na cintura na hora de ajudar a defender, que fiquem no banco em nome da repartição de tarefas. O Grêmio precisa levar muito a sério a necessidade da força solidária para superar suas carências em 2015.
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Essa discussão sobre a necessidade obsessiva do pensador é importante, mas não a central no universo do Grêmio. Claro que acrescenta ter jogadores de cadência no grupo, mas a urgência urgentíssima é por atacantes.
Não se monta time com atacantes que não fazem gols. A ideia do camisa 10 como elemento imprescindível mudou ao longo do tempo. Hoje, todos têm de ser um pouco volantes, armadores e atacantes. Todos têm de ser 5, 10 ou 9.
Jogar sem centroavante era heresia não faz muito. Que jogasse o ruim, desde que fosse centroavante. A prática revogou este dogma. Assim é também com o 10, apesar da magia do número, eternizado às costas do Rei Pelé.
Não se trata de Douglas ou Maxi Rodríguez. Se forem cerebrais e solidários, ótimo. Mas se colocarem a mão na cintura na hora de ajudar a defender, que fiquem no banco em nome da repartição de tarefas. O Grêmio precisa levar muito a sério a necessidade da força solidária para superar suas carências em 2015.
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