Grêmio e Inter existem um para o outro. Um sem o outro não teria sentido algum. Olhando o jogo do Grêmio no sábado e o do Inter no domingo, vê-se a distância que se abriu entre os dois.
Não que, tecnicamente, o Inter tenha um time muito superior. Não tem. Mas, em todas as suas instâncias, tem planejamento e conhecimento aplicados.
O fato de, por exemplo, o Inter ter apostado prioritariamente na quantidade e na qualidade de seus atacantes demonstra que existe uma inteligência por trás do que está acontecendo.
O presidente do Inter, Vitorio Piffero, não deixa passar nada. Está sempre vigilante, reclama da arbitragem, pressiona, provoca. E dá condições para seus diretores trabalharem. Neste domingo, o Inter festejou um dos maiores jogadores da sua história, Fernandão.
Eis aí um símbolo apropriado do que o Inter tem, e o Grêmio não.
Fernandão nunca foi um craque. Era bom jogador, mas do nível técnico de centenas de outros que correm pelos gramados do Brasil. O Inter mesmo teve dezenas de jogadores melhores do que ele. Cito um: Ruben Paz, camisa 10 bom de bola dos anos 80, que, no entanto, foi um perdedor.
O que Fernandão tinha mais do que os outros?
Coragem e personalidade.
Coragem e personalidade não são o mesmo que garra, espírito de luta ou qualquer desses predicados tão valorizados no futebol. Coragem e personalidade têm a ver com inteligência, determinação e sabedoria. Fernandão as tinha, e por isso foi um vencedor e tornou seu time vencedor.
Quantos jogadores de coragem e personalidade há no Inter de hoje, mesmo que não sejam craques? Juan, D'Alessandro, Alex, Aránguiz… Esse tipo de jogador molda um grupo.
Quantos jogadores de coragem e personalidade existem no grupo do Grêmio?
O Grêmio não tem centroavante titular, não tem centroavante reserva, não tem laterais, não tem meias, não tem direção, não tem estádio e não tem personalidade. Roger? Felipão? Guardiola? Mourinho? Tiririca? Que diferença faz?
Não é só a noite de sábado para domingo que separa os dois maiores clubes do Rio Grande, hoje em dia.
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O presidente do Inter, Vitorio Piffero, não deixa passar nada. Está sempre vigilante, reclama da arbitragem, pressiona, provoca. E dá condições para seus diretores trabalharem. Neste domingo, o Inter festejou um dos maiores jogadores da sua história, Fernandão.
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Fernandão nunca foi um craque. Era bom jogador, mas do nível técnico de centenas de outros que correm pelos gramados do Brasil. O Inter mesmo teve dezenas de jogadores melhores do que ele. Cito um: Ruben Paz, camisa 10 bom de bola dos anos 80, que, no entanto, foi um perdedor.
O que Fernandão tinha mais do que os outros?
Coragem e personalidade.
Coragem e personalidade não são o mesmo que garra, espírito de luta ou qualquer desses predicados tão valorizados no futebol. Coragem e personalidade têm a ver com inteligência, determinação e sabedoria. Fernandão as tinha, e por isso foi um vencedor e tornou seu time vencedor.
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