Foto: Omar Freitas / Agencia RBS
Depois de uma longa e arrastada negociação, o Grêmio está próximo do acerto com a OAS para assumir a gestão da Arena. O clube já conta com a aprovação de dois dos três bancos repassadores da linha de crédito do BNDES para a substituição das garantias do financiamento.
Na prática, o Grêmio assumiria o pagamento dos R$ 170 milhões restantes. São duas etapas: a primeira é a responsabilidade do financiamento perante o BNDES, que não empresta a clubes de futebol, mas que teria sustentação dos bancos parceiros repassadores. A segunda diz respeito às garantias que os bancos necessitam para tocar o negócio.
O Grêmio ofereceria seus recebíveis, como quadro social, bilheterias da Arena e direitos de TV, garantias consideradas mais seguras pelos bancos do que os bens da construtora, que recentemente entrou em recuperação judicial. Assim, o clube entregaria a área do Estádio Olímpico em definitivo à OAS.
Em troca, o Grêmio teria controle integral da Arena. O clube passaria a controlar a empresa responsável pela gestão do estádio e a explorar outras receitas como bilheteria, estacionamento, camarotes e espaços publicitários.
Segundo fontes próximas à direção do Grêmio, as negociações estão adiantadas. E podem ter um desfecho positivo em breve. Para os bancos, a situação do clube é mais consistente do que a incógnita que representa a OAS em meio às denúncias da operação Lava Jato.
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Na prática, o Grêmio assumiria o pagamento dos R$ 170 milhões restantes. São duas etapas: a primeira é a responsabilidade do financiamento perante o BNDES, que não empresta a clubes de futebol, mas que teria sustentação dos bancos parceiros repassadores. A segunda diz respeito às garantias que os bancos necessitam para tocar o negócio.
O Grêmio ofereceria seus recebíveis, como quadro social, bilheterias da Arena e direitos de TV, garantias consideradas mais seguras pelos bancos do que os bens da construtora, que recentemente entrou em recuperação judicial. Assim, o clube entregaria a área do Estádio Olímpico em definitivo à OAS.
Em troca, o Grêmio teria controle integral da Arena. O clube passaria a controlar a empresa responsável pela gestão do estádio e a explorar outras receitas como bilheteria, estacionamento, camarotes e espaços publicitários.
Segundo fontes próximas à direção do Grêmio, as negociações estão adiantadas. E podem ter um desfecho positivo em breve. Para os bancos, a situação do clube é mais consistente do que a incógnita que representa a OAS em meio às denúncias da operação Lava Jato.
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