Foto: Jason Silva / Agencia Lancepress!
Foi de desanimar a torcida o primeiro tempo do Grêmio. Lenta na marcação, a equipe deixou-se envolver a maior parte do tempo por um Coritiba obrigado a se reabilitar das más atuações anteriores. Nem a proteção de três marcadores na frente da área ofereceu sustentação defensiva ao time.
Além disso, Maicon, o mais adiantado dos três volantes, não cumpriu papel de armador e a critividade foi quase zero. Até 15 minutos, a única conclusão havia sido um cabeceio ruim de Walace.
O desastre não seria completo se não fossem os erros defensivos. Dois deles, o segundo, bisonho, digno de figurar em uma antologia de trapalhadas, permitiram que o Coritiba encaminhasse a vitória e deixasse o Grêmio em situação delicada na tabela. A derrocada começou a 27 minutos. Em cruzamento de Ruy, da esquerda, Erazo não chegou a tempo e Thiago Galhardo, na frente de Erazo, completou de pé direito: 1 a 0.
Até houve um tímido um esboço de reação. Pedro Rocha avançou pela esquerda e cruzou na direção da pequena área, onde Júnior acertou o corpo de Ivan. Foi o que bastou para que Felipão perdesse a paciência com o lateral e o trocasse por Yuri Mamute.
Nem houve tempo para que o atacante cortado da seleção sub-20 paticipasse pela primeira vez do jogo. Em nova investida em velocidade do Coritiba, Rafhael Lucas concluiu para defesa salvadora de Marcelo Grohe. O que ocorreu na sequência beirou o ridículo. Matías Rodriguez, na tentativa de afastar o perigo da área, chutou sobre Erazo, a bola tomou elevação e entrou.
Apesar de abatido, o Grêmio ainda teve duas chances para descontar. Na primeira, o bom chute de Pedro Rocha foi defendido por Bruno. Na segunda, o gol não saiu pela omissão de Giuliano, que, em vez de chutar, passou a Yuri Mamute, que não condições de chutar com força.
Forçado a ser um pouco mais agressivo no segundo tempo, o Grêmio deu ainda maiores espaços para os avanços do Coritiba. Sempre com muita rapidez, Thiago Galhardo, Ruy e até o limitado Rosinei achavam brechas em uma defesa que, de tão lenta, parecia pregada ao chão.
Todos tiravam proveito. Até mesmo o lateral Norberto, que passou por três marcadores em uma das jogadas mais brilhantes do jogo. Por sorte, havia Marcelo Grohe para evitar o pior.
Felipão tentou uma nova solução, trocando Pedro Rocha por Everton. Mas não assustou muito, com a exceção de uma falta batida por Luan, defendida por Bruno no canto esquerdo. Ficava claro que o time carecia de criatividade na organização dos lances. A correria dos garotos em nada resultava de prático.
Ao trocar Walace por Fellipe Bastos, aos 30 minutos, em sua última alteração, Felipão passou a impressão de que já ficaria contente em não sofrer mais gols.
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Foi de desanimar a torcida o primeiro tempo do Grêmio. Lenta na marcação, a equipe deixou-se envolver a maior parte do tempo por um Coritiba obrigado a se reabilitar das más atuações anteriores. Nem a proteção de três marcadores na frente da área ofereceu sustentação defensiva ao time.
Além disso, Maicon, o mais adiantado dos três volantes, não cumpriu papel de armador e a critividade foi quase zero. Até 15 minutos, a única conclusão havia sido um cabeceio ruim de Walace.
O desastre não seria completo se não fossem os erros defensivos. Dois deles, o segundo, bisonho, digno de figurar em uma antologia de trapalhadas, permitiram que o Coritiba encaminhasse a vitória e deixasse o Grêmio em situação delicada na tabela. A derrocada começou a 27 minutos. Em cruzamento de Ruy, da esquerda, Erazo não chegou a tempo e Thiago Galhardo, na frente de Erazo, completou de pé direito: 1 a 0.
Até houve um tímido um esboço de reação. Pedro Rocha avançou pela esquerda e cruzou na direção da pequena área, onde Júnior acertou o corpo de Ivan. Foi o que bastou para que Felipão perdesse a paciência com o lateral e o trocasse por Yuri Mamute.
Nem houve tempo para que o atacante cortado da seleção sub-20 paticipasse pela primeira vez do jogo. Em nova investida em velocidade do Coritiba, Rafhael Lucas concluiu para defesa salvadora de Marcelo Grohe. O que ocorreu na sequência beirou o ridículo. Matías Rodriguez, na tentativa de afastar o perigo da área, chutou sobre Erazo, a bola tomou elevação e entrou.
Apesar de abatido, o Grêmio ainda teve duas chances para descontar. Na primeira, o bom chute de Pedro Rocha foi defendido por Bruno. Na segunda, o gol não saiu pela omissão de Giuliano, que, em vez de chutar, passou a Yuri Mamute, que não condições de chutar com força.
Forçado a ser um pouco mais agressivo no segundo tempo, o Grêmio deu ainda maiores espaços para os avanços do Coritiba. Sempre com muita rapidez, Thiago Galhardo, Ruy e até o limitado Rosinei achavam brechas em uma defesa que, de tão lenta, parecia pregada ao chão.
Todos tiravam proveito. Até mesmo o lateral Norberto, que passou por três marcadores em uma das jogadas mais brilhantes do jogo. Por sorte, havia Marcelo Grohe para evitar o pior.
Felipão tentou uma nova solução, trocando Pedro Rocha por Everton. Mas não assustou muito, com a exceção de uma falta batida por Luan, defendida por Bruno no canto esquerdo. Ficava claro que o time carecia de criatividade na organização dos lances. A correria dos garotos em nada resultava de prático.
Ao trocar Walace por Fellipe Bastos, aos 30 minutos, em sua última alteração, Felipão passou a impressão de que já ficaria contente em não sofrer mais gols.
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