O Olímpico de cima: gramado é cortado por funcionários uma vez por mês
Foto: Omar Freitas / Agencia RBS
Aquele Olímpico pulsante, que amedrontava os rivais do Grêmio, já não existe mais. Hoje, o estádio inaugurado em 1954 agoniza à espera de uma implosão que nunca chega. Foi desocupado em dezembro, quando deixou de receber treinos do grupo profissional. Em ruínas, é motivo de sofrimento para gremistas que lá viveram tantas glórias.
Parcialmente demolido, principalmente na antiga área que abrigava as piscinas, no lado da Avenida Gastão Mazeron, o Monumental aguarda pelo desfecho das negociações entre Grêmio e OAS. A posse do terreno ainda é do clube, até hoje responsável pelo pagamento de seus tributos, como o IPTU. Por isso, a empreiteira não se manifesta sobre a demolição.
O último aditivo de contrato assinado em junho do ano passado estipula que a área na Azenha só será entregue à empreiteira depois que o Grêmio receber a gestão da Arena. No entanto, esta operação depende da concordância do Banco do Brasil, do Santander e do Banrisul — repassadores da linha de crédito de R$ 260 milhões obtida pela OAS junto ao BNDES para a construção do complexo no Humaitá.
Para assumir o controle integral de seu novo estádio, o clube pagaria R$ 396 milhões parcelados à empreiteira ao longo de 20 anos.





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O último aditivo de contrato assinado em junho do ano passado estipula que a área na Azenha só será entregue à empreiteira depois que o Grêmio receber a gestão da Arena. No entanto, esta operação depende da concordância do Banco do Brasil, do Santander e do Banrisul — repassadores da linha de crédito de R$ 260 milhões obtida pela OAS junto ao BNDES para a construção do complexo no Humaitá.
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