Foto: Omar Freitas / Agencia RBS
Com atraso no pagamento das parcelas do financiamento junto aos bancos e a crise da OAS, a Arena corre o risco de não abrir as portas para os jogos do Grêmio.
Segundo o presidente do clube, Romildo Bolzan Jr., se Banco do Brasil, Banrisul e Santander resolverem resgatar o dinheiro que não estão recebendo, faltarão recursos para que a Arena Porto-Alegrense custeie a operação do estádio. Não haveria caixa para bancar gastos básicos de um jogo, como bilheteria e segurança.
Romildo foi avisado há 30 dias sobre a inadimplência e o risco de ter de procurar outro estádio para mandar os jogos do Grêmio — o Olímpico está descartado.
Conforme o presidente, a Arena Porto-Alegrense é responsável por quitar o financiamento de R$ 230 milhões para construção do complexo — faltaria pagar cerca de R$ 160 milhões. O dinheiro foi liberado via BNDES por meio de contratos com o Banco do Brasil, Santander e Banrisul, sendo que o estádio é uma das garantias.
Com a crise da construtora OAS, envolvida na Operação Lava-Jato, nos últimos meses as parcelas deixaram de ser depositadas. A bilheteria do estádio deveria bancar as prestações, contudo a OAS costumava complementar os valores que faltavam, o que não estaria ocorrendo mais.
Com o atraso, a conta bancária que recebe as receitas da Arena poderia ser bloqueada pelos bancos, impedindo o saque de dinheiro para custear a operação do estádio em dias de jogos. É nesta conta que o Grêmio deposita todos os meses R$ 1,8 milhão pelo uso do estádio. Bolzan adianta que, Grêmio x Figueirense, dia 23, será na Arena.
— Da forma como está hoje, o risco seria não conseguir abrir as portas daqui a duas ou três partidas. Não acredito que os bancos vão executar a Arena — diz Bolzan.
O presidente espera que a Arena Porto-Alegrense consiga acertar com os bancos a liberação da conta. Banrisul e Santander já teriam aceitado a proposta, porém o Banco do Brasil dificulta a negociação.
Bolzan acredita em uma saída para o caso nas próximas semanas, já que, segundo ele, há uma carta fiança que garantiria as operações da Arena com os bancos. Procurada por Zero Hora, a Arena Porto-Alegrense ainda não se manifestou sobre o assunto.
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Com atraso no pagamento das parcelas do financiamento junto aos bancos e a crise da OAS, a Arena corre o risco de não abrir as portas para os jogos do Grêmio.
Segundo o presidente do clube, Romildo Bolzan Jr., se Banco do Brasil, Banrisul e Santander resolverem resgatar o dinheiro que não estão recebendo, faltarão recursos para que a Arena Porto-Alegrense custeie a operação do estádio. Não haveria caixa para bancar gastos básicos de um jogo, como bilheteria e segurança.
Romildo foi avisado há 30 dias sobre a inadimplência e o risco de ter de procurar outro estádio para mandar os jogos do Grêmio — o Olímpico está descartado.
Conforme o presidente, a Arena Porto-Alegrense é responsável por quitar o financiamento de R$ 230 milhões para construção do complexo — faltaria pagar cerca de R$ 160 milhões. O dinheiro foi liberado via BNDES por meio de contratos com o Banco do Brasil, Santander e Banrisul, sendo que o estádio é uma das garantias.
Com a crise da construtora OAS, envolvida na Operação Lava-Jato, nos últimos meses as parcelas deixaram de ser depositadas. A bilheteria do estádio deveria bancar as prestações, contudo a OAS costumava complementar os valores que faltavam, o que não estaria ocorrendo mais.
Com o atraso, a conta bancária que recebe as receitas da Arena poderia ser bloqueada pelos bancos, impedindo o saque de dinheiro para custear a operação do estádio em dias de jogos. É nesta conta que o Grêmio deposita todos os meses R$ 1,8 milhão pelo uso do estádio. Bolzan adianta que, Grêmio x Figueirense, dia 23, será na Arena.
— Da forma como está hoje, o risco seria não conseguir abrir as portas daqui a duas ou três partidas. Não acredito que os bancos vão executar a Arena — diz Bolzan.
O presidente espera que a Arena Porto-Alegrense consiga acertar com os bancos a liberação da conta. Banrisul e Santander já teriam aceitado a proposta, porém o Banco do Brasil dificulta a negociação.
Bolzan acredita em uma saída para o caso nas próximas semanas, já que, segundo ele, há uma carta fiança que garantiria as operações da Arena com os bancos. Procurada por Zero Hora, a Arena Porto-Alegrense ainda não se manifestou sobre o assunto.
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